quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mal e porcamente.

Agora desci realmente o nível. Mas, às vezes, neste tipo de merdas tem mesmo que ser. É por isso que invejo os homens e a relação que têm entre eles. Não é, pois, de admirar que grande parte dos meus amigos seja do sexo masculino. As mulheres, em geral, são demasiado mesquinhas. Não acho de bom tom receber um comentário, no qual sou subtilmente criticada, em tom jocoso, por uma senhora que, para além de não me conhecer, não tem sequer a coragem de se identificar.
Resta, pois, dizer que não costumo ligar a este género de picardias. Regra geral, ignoro, passo ao desprezo, mas ri-me tanto que não resisti.

2 comentários:

Observador disse...

Li o mail do(a) "anónimo(a)" e, como não podia deixar de ser, ri-me.
Ri-me pela melancolia que o texto apresentado nesse mail representa.
Ri-me por o mesmo ter sido escrito por um(a) personagem sem significado e sem classe.
Obviamente que o(a) anónimo(a) tem direito a uma opinião.
O que não o(a) impede de se identificar minimamente e dar a cara.
A forma como escreve faz parecer tratar-se de um ser do sexo feminino.
O que não interessa nada por não ser significativo.

À quinta feira (hoje é 5ª feira) é o dia de toda a gente querer ter graça. De quererem desopilar das pressões da vida, normalmente mal vivida.
Mas, pergunto eu, porque não opta o(a) anónimo(a) por criar um blogue? E aí sim, desabafe, escreva o que lhe der na gana, arme-se em Margarida Rebelo Pinto, personagem interessantíssima no panorama da nacional escrita!?!?!?

Uma das razões porque fiquei fã da blogosfera é pela possibilidade de qualquer mediocridade poder ser atirada para a mesma com a mesma facilidade com que se bebe um copo de água.

Tenho dito.
Amen!!!

Tudo de mim. Ou quase. disse...

Amen!!! :)
Boas palavras. Vindo do OBSERVADOR, já sabia que só podia sair qualquer coisa do género... com classe!
Creio tratar-se de uma senhora, já que agradeceu no feminino. Pouco me interessa. Dei a minha resposta e agora siga. Devia ter dado desprezo a tal comentário, mas também não sou mulher de me ficar, carago! *