segunda-feira, 23 de novembro de 2009

E, naquele preciso instante, senti o peso do mundo inteiro em cima dos ombros.


Tinha adormecido no intervalo de um filme qualquer que estava a dar na televisão. O toque do telemóvel acordou-me. Eras tu. Estavas algo triste, insatisfeito com algumas coisas que se têm passado na tua vida. Ouvi-te com atenção, como sempre. Queria dizer palavras para te confortar, mas tinha-as perdidas algures em mim e não as encontrei. Quando procuramos conforto junto de alguém, isso não quer dizer que esperamos que essa pessoa nos solucione os problemas. E a única forma que eu tinha de te confortar naquele momento era abraçando-te. Senti-me revoltada com esta distância física. Senti-me triste. Senti-me pequenina e impotente. Amputada pelos quilómetros que nos separam e nos impedem de estarmos juntos tantas vezes como aquelas que desejamos.










Amo-te para lá de todos os quilómetros.
E espero que o tempo seja bondoso connosco, como só ele sabe ser...

4 comentários:

Olhos Dourados disse...

A distância pode doer.

Observador disse...

A distância dói muito menos que o afastamento.

;)

Lady me disse...

Já passei mais ou menos por isso... Não conseguir confortar com palavras alguém que nos é muito e não poder abraçar por causa da distância!

Iúri Zúluri Revel Regueiro disse...

eu estou a distancia dela..mas sei viver com isso se realmente gostamos um do outro....

amiga adorei o teu blog..muito profundo e tem inumeras coisas que eu sinto e qeu nao escrevo...escreves tu por mim....

gostava que visitasses o meu blog...espero qeu te de uma força nos momentos em que tas mais em baixo...se precisares de alguma coisa ja sabes..