segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Aquilo que tu não sabes.




E, de cada vez que chegas assim, toda a minha vida fica suspensa num fio invisível de ternura. A respiração sustém-se no breve instante em que o ar me causa tempestades no peito e tudo parece, enfim, ganhar algum sentido.
Como posso estar tão cheia de ti se quando não estás me ausento de mim mesma? Agora me apercebo. De cada vez que partes esqueço-me de mim

em ti.

8 comentários:

Salvador d'Almeida disse...

sinceridade, bom!

Gonçalo disse...

Cuidado com as dependências. A dependência é uma forma de despersonalização.

Um beijinho grande e um feliz ano novo!

:)

opinião própria disse...

Aproveita a vida sem limites...

Tudo de mim. Ou quase. disse...

Salvador:

Bem aparecido seja no meu espaço! :)
Sinceridade, sempre!


Gonçalo:

Todo o amor cria um pouco de dependência. Ser dependente é sentir a falta de algo e/ou alguém. Se quando (supostamente) se ama não se deve sentir dependência até que ponto se sentirá falta? E, se não se sente falta, será isso sinónimo de amor? Personalidade é coisa que nunca terei em falta, fica descansado... :)

Feliz ano novo também para ti!*


opinião própria:

Aproveito a vida, sempre. Com ou sem limites. A inexistência de limites também não se torna saudável, embora seja adepta de alguns tipos de loucuras...

Beijo

Gonçalo disse...

Aceito. É preciso alguma dependência afectiva no amor. Mas acrescento uma palavra. Cuidado com as dependências exclusivas. Dependentes apenas de alguém para crescermos como pessoas de uma forma sublime e única. Mas com o amor próprio em posição de destaque.

Um beijo grande *:)

Tudo de mim. Ou quase. disse...

Concordo, Gonçalo! Um pouco de auto-estima também nunca fez mal a ninguém... =) *

Miss Kin disse...

Sei tão bem a que é que isso sabe...

loxodonta disse...

Olá!
Quando na nossa vida existe um alguém assim, que nos deixa buracos no peito de cada vez que se vai, isso é Amor.
E se nesse alguém o sentimento for idêntico, se parte de si ficar retida no nosso peito, então é fantástico!
Goncalo: Sem dependências, essas não nos deixam buracos mas sim uma ausência prolongada de nós próprios impossível de preencher quer estejamos ou não com o outro...
Beijo